JORNAL O ALVAIAZERENSE ... MENSÁRIO INDEPENDENTE DO CONCELHO DE ALVAIÁZERE ... PROPRIEDADE DA CASA DO CONCELHO DE ALVAIÁZERE
Jornal O Alvaiazerense
Director: Carlos Simões

Farmácias
de Serviço

Agosto de 2010

Dias 08 e 22
Farmácia Ferreira da Gama
Alvaiázere - Tel. 236 651 171

Dias 01, 15 e 29
Farmácia Pacheco Pereira
Cabaços - Tel. 236 636 258

Telefones
Úteis

Bombeiros: 236 650 750

G.N.R.: 236 655 337

Câmara Mun.: 236 650 600

Centro Saúde: 236 650 150

Hospital: 236 655 199

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agenda

agosto

De Terça a Domingo
11:00 - 18:00

Museu Municipal de Alvaiázere

Museu Municipal Tempo, Espaço e Memória
Exposição permanente de ofícios tradicionais

Mostra Arqueológica do Concelho de Alvaiázere
Exposição permanente de Arqueologia

Pessoa Revisitada em espaços
Exposição temporária

Memórias de um território
Exposição temporária


Dia 01
FESTA EM HONRA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E DE NOSSA SENHORA DA GRAÇA
Local: Maçãs de Caminho
Org. Comissão de Festas da Freguesia de Maçãs de Caminho
Dias 07 e 08
FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E DE SANTA MARIA MADALENA
Local: Alvaiázere
Org. Comissão de Festas da Freguesia de Alvaiázere
Dia 08
FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E MARIA
Local: Pelmá
Org. Comissão de Festas da Freguesia de Pelmá
Dias 13 e 14
XIV FESTIVAL DE FOLCLORE DO RANCHO FOLCLÓRICO DA FREGUESIA DE PUSSOS
Local: Cabaços - Pussos
Org. Rancho Folclórico da Freguesia de Pussos
Dias 14 e 15
FESTA EM HONRA DE S. MIGUEL
Local: Bésteiro - Pelmá
Org. Comissão de Festas de Bésteiro
Dias 14 a 16
FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
Local: Casais do Vento - Pelmá
Org. Comissão de Festas
Dia 15
PEREGRINAÇÃO DA BANDEIRA DE S. PEDRO A DORNES
Org. Associação de Apoio Social, Cultural, Desportiva e Recreativa de S. Pedro - Rego da Murta
Dias 21 - 13:00
CONVIVIO DE ALMOSTERENSES
Local: Salão da Junta de Freguesia de Almoster
Org. ASCRA - Ass., Social, Cultural e Recreativa de Almoster
Dias 21 e 22
FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Local: Almoster
Org. Comissão de Festas da Freguesia de Almoster
Dias 27 a 29
FESTA DE SÃO PAULO E SENHOR DOS AFLITOS
Local: Maçãs de D. Maria
Org. Comissão de Festas da Freguesia de Maçãs de D. Maria
Dia 29
FESTA DE SANTO ANTÓNIO
Local: Bofinho - Alvaiázere
Org. Comissão de Festas do Bofinho

desporto

Últimos Resultados e Próximos Jogos

GDA GDA

Fut 11 Seniores - CD I Divisão Norte:
15/05 Jorn. 32: Motor Clube 1 - 3 GDA
23/05 Jorn. 33: GDA 4 - 0 Cat. Pêra
30/05 Jorn. 34: Arcuda 1 - 0 GDA


06/06 17:00 Final Distrital:
Albergaria dos Doze
GDA - GRAP Pousos


ACREDEM ACREDEM

Futsal Seniores - CD I Divisão Norte:
08/05 Jorn. 22: ACREDEM 4 - 5 Barreiros


CABAÇOS CABAÇOS S. C.

Futsal Seniores - CD II Divisão Norte:
08/05 Jorn. 21: Avelarense 6 - 6 CABAÇOS
14/05 Jorn. 21: CABAÇOS 7 - 6 ETP Z. Pinhal



Classificações Finais >>>

olho vivo

OLHO VIVO
Em Alvaiázere
Com trancas, mas... para estar aberto!

sudoku

Opinião


Concordâncias e Discordâncias

31 de Maio de 2009

Alvaiázere em revolução. É óbvio que não é uma revolução cultural, é óbvio também que não é a revolução que a maior parte dos alvaiazerenses desejaria, , mas a revolução/ destruição que os maiorais pensam e mandam executar, para seu gáudio e proveito, como se fossem os donos da terra, como se fossem Sebastião(s) José de Carvalho e Melo, mais conhecido dos portugueses por Marquês de Pombal, ou Duarte(s) Pacheco, estadista e engenheiro de reconhecidos méritos.

Infelizmente para nós alvaiazerenses não o são, nem em capacidade técnica e intelectual, nem monetária. Felizmente para nós não tivemos nenhum terramoto natural que devastasse a nossa simples mas bela terra. Infelizmente para nós temos um terramoto artificial, que devasta, derruba, destrói o que está feito, o que caracteriza a nossa vila, o que faz recordar os nossos antepassados, os nossos costumes, a nossa cultura.. De quem a culpa? De todos nós que não sabemos fazer as nossas escolhas, que nos deixamos levar por promessas não cumpridas, por acreditarmos em mentiras e medos que nos impingem, por aceitarmos mudos e quedos aquilo que não nos prometeram. Os culpados somos nós que pomos em primeiro lugar a simpatia partidária (deixando para segundo o bem estar próprio, da família, da terra que nos viu nascer) e a esperança de que nos atirem um osso do porco que engordámos e que eles devoram em nome do bem estar e do futuro.

Mesmo que alguns consigam apanhar esse osso, ou até mesmo que alguns consigam apanhar um pouco de febra que ficou agarrada ao osso espalhado como paga da oferta que deram, esse pseudo presente não chega a todos os que acreditaram, e, mesmo para eles, não deixa de ser um presente envenenado, presente envenenado esse que deixarão a todos nós. E qual será esse presente envenenado? Uma Alvaiázere fantasma, com avenidas mas sem casas, algumas casas e equipamentos sociais sem habitantes e utentes. Uma Alvaiázere destruída e refeita para servir de berço a uma telenovela (telenovela que terá assinatura de alguém que ficará conhecido por essa telenovela), mas que ficará no futuro ao pó, às baratas, às cobras e aos ratos, depois que essa telenovela deixou de estar no ar e o folhetim ou enredo deixarem de interessar. Apenas para a história ficará o slogan: "aqui se desenrolou a telenovela tal, assinada por fulano e em que foram protagonistas, sicranos.

Por um acaso já se deram ao trabalho de contabilizar o número de habitantes da vila de Alvaiázere e tentaram perceber a razão de tal número? Gastam-se milhões em destruição de casas, em compra de terrenos para alargar ruas urbanas e urbanizadas, mas não se gasta um tostão para arranjar lotes de terreno que se vendessem a preços razoáveis a jovens que quisessem construir e viver nesta vila. Não se arranjam lotes de terreno que se vendam a preços simbólicos a empresas que se instalem na nossa terra e tragam riqueza e trabalhadores e fixem os que já cá estão. Não se convidam empresários alvaiazerenses que invistam e deixem alguma da sua riqueza onde nasceram, mas sim que levem para outros locais, a pouca que ainda por cá se gera.

Seria então felicidade para nós nada se fazer?. Claro que não. Mas na nossa opinião e na opinião de muitos dos alvaiazerenses, actualmente residentes ou não, o bom era conservar o que temos e fazer bem e moderno o que de novo se fizesse. E com o dinheiro que se poupava em destruições, outra obras e melhoramentos se poderiam fazer. É tempo de deixarmos de pensar em projectos megalómanos para mais tarde ficarem ao abandono e apostarmos no social, nas pessoas, no seu sustento e bem estar. A grande riqueza desta terra sempre foi e será as suas gentes e será por elas e para elas que teremos de trabalhar. Para a sua permanência, para o seu bem estar, digamos mesmo para o seu aumento gradual e sustentado, não deixando, claro está, de olhar e acompanhar para o progresso e modernidade da terra que consideramos nossa e queremos legar com respeito e orgulho aos nossos descendentes.

António Gonçalves

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