Opinião

Muitas vezes considera-se o património, como os bens materiais de família transmitidos por herança de pais para filhos, de forma muito redutora e de senso comum, já que o património não engloba só bens materiais mas sim um conjunto de bens também de natureza imaterial com interesse e reconhecido valor a vários níveis, ambiental, histórico, artístico, cultural e que correspondem aos modos de viver de um povo que o particulariza e lhe dá uma identidade.

Mais um festival Gastronómico e mais um sucesso…

Apetece-me dizer que o “Chícharo está na moda…”. Foram milhares de visitantes de 11 a 13 de outubro que vieram “provar o património” e apreciar as nossas potencialidades.

Com um programa muito bem conseguido, com concertos muito bons em especial o de Pedro Abrunhosa, foi muito bom ver o recinto completamente cheio (e com a bênção de S. Pedro).

Um dos maiores problemas que a humanidade irá enfrentar nos próximos anos será a escassez de água potável.

Vários estudos evidenciam que as reservas deste precioso líquido estão a diminuir, ao mesmo tempo que as alterações climáticas estão a intensificar a pluviosidade em zonas onde ela não é necessária e que, consequentemente, no futuro, teremos um mundo mais seco, principalmente em regiões que já são secas.

Em Portugal ocorrem cinco tipos de eleições, as presidenciais, as legislativa regionais, as legislativas, as autárquicas e as europeias. De todas as eleições referidas, só as europeias é que não são especificas do nosso país, já que se realizam, por toda a Europa, para eleger para o parlamento europeu os representantes de cada país.

Das quatro eleições realizadas especificamente no nosso país, todas se realizam de quatro em quatro anos à excepção das presidenciais que se realizam de cinco em cinco anos e elegem o mais alto representante da nação, o Presidente da República.

Alvaiázere tem nos próximos tempos, quanto a mim, a última oportunidade de se aproximar de níveis de desenvolvimento sócio económicos mais elevados equiparando-se assim a concelhos com excelentes condições e qualidade de vida.

Com ímpares vias de comunicação, com a criação da área empresarial do Rego da Murta, com os excelentes equipamentos sociais que possuímos, é hora do “agora ou nunca”.

Agora não há espaço para guerras partidárias ou de outra espécie.

Agora é hora de pensar em grande, é hora de pensar em Alvaiázere.

As alterações climáticas são uma realidade indiscutível e torna-se fundamental pensar e desenvolver ações para minimizar o seu impacto, sem demagogias e populismos fáceis, alicerçadas no conhecimento científico.

Se os fatores que levam a essas alterações nem sempre são consensuais, quase todos concordam que a atividade humana tem um efeito preponderante na sua aceleração e que isso terá um efeito brutal na vida de milhões de pessoas.

Eleições legislativas – Campanhas eleitorais.

É nas campanhas eleitorais que alguns partidos mostram mais as suas inconstâncias, o desrespeito que têm pelo povo e tentam quase sempre passar um atestado de estupidez e falta de memória aos eleitores. E o que é certo é que os mais desprevenidos ou os mais convictos na clubite partidária, sem pensamento ou ideias próprias, se deixam levar com uma facilidade incompreensível, doentia.

Caros leitores: estamos no mês antecedente ao dia das eleições legislativas. Tenho andado atento às propagandas, tanto na rádio como na televisão. Verifico que cada um faz reclame como pode e bem lhe apetece. Vamos a ver se depois cumprem o que dizem. A ver vamos como dizia um cego… Segundo dizia um tal João Miguel Tavares “todos gritam mas nada mexe. Ou talvez pior: O País onde todos gritam para evitar que alguma coisa tenha realmente de mexer…

Foi neste mês de agosto que a maioria da população gozou as suas merecidas férias, de extrema importância na reposição de energias, com a recuperação psíquica e física, após uma atividade constante, trabalho ou aulas.

Começo a não ter palavras para descrever a mediocridade dos políticos que nos (des)governam hoje em dia.

E não falo exclusivamente do governo. Falo também dos políticos que chefiam os partidos da oposição.

No arco do governo, Costa manhoso e habilidoso como sempre (sabe mais de politiquice a dormir que os outros todos acordados), vai bailando a seu gosto e com um ”rebuçado” para aqui e outro para ali vai passando os dias sem se chatear à espera que a maioria absoluta de Outubro o torne no mais convencido e arrogante primeiro ministro da história de Portugal.